Arquivo da Categoria 'Tecnologia'

 Internet faz a diferença na cobertura das Olimpíadas

As Olimpíadas de Pequim iniciaram há quase uma semana. Infelizmente temos um fuso horário de 11 horas entre Brasil e China, fazendo com que grande parte do evento seja de madrugada.

Nas Olimpíadas de Sidney, oito anos atrás, tivemos o mesmo problema, só que não havia alguns artifícios que temos hoje.

Grandes portais exibem resumidamente os fatos ocorridos durante o dia em Pequim (como se fosse um boletim), além das seções especiais dedicadas aos Jogos Olímpicos.

Não assisti a abertura das Olimpíadas de Pequim, já que era horário comercial aqui no Brasil. Só fui assistir no começo dessa semana os melhores momentos no YouTube, que permite escolher o vídeo que você quer. Assim vi a delegação brasileira entrando e o momento que a tocha foi acendida.

Para alguns jogos de certas modalidades, ainda fazemos esforços para ficar acordado e assistir, mas acompanhar grande parte das Olimpíadas é impossível.

O esforço da internet para trazer placares online, quadro de medalhas, blogs especializados e boletins diários faz com que eu de alguma maneira possa lembrar mais dos recordes, fatos e jogos desta olimpíada.

Se nas Olimpíadas de Sidney já existissem essas ferramentas, os jogos provavelmente teriam sido lembrados até hoje.

 Anatel libera venda do novo iPhone no Brasil

Finalmente a Anatel liberou a venda do novo iPhone, mas isso não significa que ele chegará em breve nas lojas das operadoras. A data mais provável é perto do Natal.

Mais detalhes no G1: Anatel libera venda do novo iPhone no Brasil.

 HttpFox, analisador de http gratuito

Para quem precisa da ferramenta IEWatch, ou até quem já utiliza, mas fica sem boas alternativas no Firefox, visto que o IEWatch só funciona no Internet Explorer, a url abaixo disponibiliza o download da ferramenta HTTPFox.

É uma ferramenta equivalente ao IEWatch, que monitora e analisa entrada e saída do protocolo HTTP do website. O HTTPFox só funciona no Firefox e é grátis.

Download no Firefox Add-ons: HttpFox 0.8.2.

 Métricas em tempo real: GPS na vida noturna

Quando surgem perguntas como “onde ir nesta sexta à noite?” você geralmente liga para um amigo, lê o jornal ou confere a programação da noite em um site específico. Mas quem mora em São Francisco, Califórnia, tem uma nova opção para facilitar a escolha.

Trata-se de uma aplicação chamada Citysense, ainda em versão de teste, que opera sobre a plataforma Macrosense, da Sense Networks. É um produto desenvolvido para dispositivos móveis que apresenta um mapa que mostra em tempo real onde estão os pontos mais badalados da cidade. Ou seja, onde há maior aglomeração de pessoas.

Não há necessidade de se cadastrar - basta fazer o download gratuito da aplicação para o seu Blackberry (o iPhone irá suportar em breve) e visualizar o “mapa de calor” que demonstra a atividade em toda a região. Além disso, ela é integrada ao Google e ao Yelp para fornecer mais detalhes sobre o local selecionado.

O interessante é que a aplicação aprende sobre os tipos de lugares que você gosta de ir, através do seu histórico e preferências. Porém, segundo a empresa, os usuários podem ficar calmos, pois a privacidade é um ponto muito sério e estas informações são anônimas e jamais compartilhadas.

citysense.JPG

Em sua próxima versão, o Citysense irá além. Vai dizer onde as pessoas estão no momento da consulta, mas também onde estão pessoas com gostos e comportamentos parecidos com os seus. Desse modo, cada pessoa terá um mapa personalizado (que será opcional) e também a lista geral das áreas mais badaladas.

Assim o usuário ganha mais informação e poderá optar entre um local com pessoas com preferências parecidas (com chance ampliada de encontrar conhecidos) ou um local com pessoas diferentes.

Pelo nosso ponto de vista, a aplicação mostra que as métricas em tempo real podem oferecer serviços criativos e inovadores. E que devem chegar muitos mashups de dispositivos móveis e celulares com GPS.

Este tipo de métrica pode ser utilizado de outras formas? E quanto tempo vai demorar para a publicidade entrar nesta história?

Leia mais na Springwise: Nightlife mapping tool uses GPS to reveal hotspots.
Site da Citysense.
Site da Macrosense.

 Banda larga sem fio Embratel: WiMax chegando

Um dos primeiros passos para ter o padrão WiMax no Brasil. Para quem não sabe, o padrão WiMax (ou IEEE 802.16) é a “banda larga de conexão sem-fio”, com maior velocidade a quilômetros da antena.

“A Embratel lançou hoje em Brasília serviços com a rede WiMax, tecnologia de banda larga e telefonia sem fio. O foco será nas pequenas e médias empresas, com pacotes que variam de R$ 129 a R$ 189 e incluem entre duas e quatro linhas de telefone fixo e banda larga 1 Mbps (Megabite por segundo).”

Mais na Folha Online: Embratel lança tecnologia de banda larga sem fio em 12 capitais.

 O papel da tecnologia e do design nos negócios

Apesar de todos os seus benefícios, a tecnologia também pode ser um empecilho no tempo de um gestor se ele não focar nos benefícios que ela pode trazer a seu negócio.

A tecnologia ameniza o trabalho, mas não alivia o dever. O processo de modernização de um negócio passa obrigatoriamente por uma análise cautelosa de suas necessidades específicas, para saber em que tipo de tecnologia será necessário investir e quais as estratégias para melhor utilizar as ferramentas que serão disponibilizadas com esse investimento.

A tecnologia pode ser utilizada no fortalecimento do marketing de um negócio, mas para isso é necessário estar atento às limitações de cada situação e aos avanços que acontecem todos os dias.

No entanto, mais importante que a própria tecnologia da empresa, a inovação que apresenta é o que a manterá no mercado competitivo de hoje em dia.

Desse modo, as empresas devem incorporar a inovação ao seu processo de trabalho - e inovação significa investimento. Não há inovação sem investimento financeiro que suporte a criação, o desenvolvimento técnico, as pesquisas de mercado e o fluxo de caixa negativo que acompanham os lançamentos de novos produtos e processos.

Para as pequenas e médias empresas, que têm menos recursos, a solução é investir em design.

O investimento em design para obter a inovação, seja ela na marca, na identidade visual, no produto ou no ponto de venda, é uma ótima alternativa para todas as empresas, principalmente as pequenas e médias.

O design maximiza os recursos existentes. Em mais de 80% dos casos de inovação através de design, não há a necessidade de randes investimentos, mas de ajustes de produção e adequação de marcas e produtos. O design é um projeto de curta duração na sua realização e de longa duração nos seus resultados. Investe-se pouco em curto prazo para colher retorno por muito tempo.

O investimento em tecnologia, apesar de necessitar de um orçamento maior, também tem suas vantagens. Uma delas é a redução de custos e o aumento da produtividade. A informatização é hoje o meio mais eficiente para reduzir os custos e proporcionar melhor atendimento ao cliente, quando bem aplicada.

Desde sistemas complexos de atendimento ao cliente, como o CRM, até coisas simples, como um identificador de chamadas, que permite a uma pizzaria, por exemplo, reconhecer quem liga e oferecer um atendimento personalizado, são ferramentas que melhoram o atendimento ao cliente.

Isso tudo sem contar a tecnologia da internet, que conjuga as vantagens citadas anteriormente e podem ser exploradas também pelas pequenas e médias empresas.

O simples e-mail é uma importante ferramenta de marketing, desde que seja útil aos clientes e não os incomode. A estratégia do e-mail marketing com consentimento é boa porque pode entregar mensagens de forma rápida e em qualquer lugar no mundo, com economia de tempo e dinheiro.

Muitos executivos olham para a tecnologia como a solução mágica para seus negócios, equipam-se tecnologicamente cada vez mais e se decepcionam quando as iniciativas falham. Muitas vezes as iniciativas falham porque o foco tem sido quase que exclusivamente na instalação de uma “panacéia” tecnológica.

As empresas que obtiveram sucesso com a utilização da tecnologia, o fizeram porque entenderam sua definição e implementaram uma solução que construiu e manteve a capacidade da empresa ser bem-sucedida.

Tais empresas souberam reconhecer que ainda que a simples adoção de novas tecnologias seja importante para seu negócio, ela precisa ser acompanhada de mudanças organizacionais e de processos. Embora as empresas necessitem estar permanentemente atualizadas, para construir vantagem competitiva sustentada, elas não podem investir em tecnologia sem objetivos e medidas de sucesso claras.

Somente através de uma abordagem abrangente de toda a organização – que envolva as pessoas e os processos – será possível obter efetivamente os benefícios competitivos, decorrentes do uso da tecnologia em um negócio.

Mais detalhes no Tecmedia: Avaliando o papel da tecnologia nos negócios.

 Vídeos sob demanda esbarram em banda pouco larga

Até agora, o maior obstáculo para a implementação de transmissão de vídeos “on demand” em alta qualidade é a infra-estrutura presente na maior parte dos provedores de acesso à internet banda larga no país.

A maior parte dos acessos à internet nos domicílios brasileiros já é por banda larga (em relação ao acesso por linha discada). Boa parte inclui adolescentes buscando músicas, vídeos e filmes, ou mesmo mais velocidade para duelos e partidas em games online. Uma alta porcentagem dos assinantes de banda larga no Brasil está satisfeita com velocidades entre 512k e 1MB e não vê necessidade de migrar a conexão para velocidades mais elevadas.

Mas para se obter uma transmissão relativamente boa, com imagem de qualidade de vídeos sob demanda, são necessários pontos de acesso de no mínimo 2MB - ou valores maiores de transferência em alguns casos, o que pouquíssimos usuários possuem.

Mais no IPTV Brasil: Google de olho na IPTV.

 Aceita um cookie?

Cada vez que alguém se conecta ao provedor de acesso, ganha um número IP e tudo o que faz na web fica registrado.

Esses registros servem para identificar fraudadores que infestam a rede e servem também para trazer comodidade aos consumidores, através do cookie. É dessa forma, por exemplo, que uma loja eletrônica dá as boas vindas para o cliente, chamando-o pelo nome e até oferecendo produtos similares aos comprados anteriormente.

Ao acessar uma página na internet, o browser disponibiliza uma série de informações, de modo que os cookies podem ser utilizados para manter referências contendo informações de seu computador, como o hardware, o sistema operacional, softwares instalados e, em alguns casos, até o seu endereço de e-mail.

Geralmente o navegador permite que o usuário gerencie o recebimento desses arquivos, barrando, avisando ou permitindo cookies de algumas páginas. Quando um site tiver uma diretiva P3P, o usuário pode decidir, através de configurações do browser, se aceita ou não os cookies que não correspondam às suas configurações de privacidade.

Mais no Diário do Comércio: Xô invasor.
E aqui mesmo no NaMedida: P3P é importante para sites que dependem de cookies.

 O balanço do Campus Party

Depois de uma semana acampando em estado primal, com as únicas necessidades inerentes sendo absorção e compartilhamento de conhecimento e tecnologia, vamos a um rápido balanço do Campus Party.

Faço um comentário sobre a parte da lanparty, ou BYOC (Bring Your Own Computer), pois é um caso à parte.

Foi impressionante ver, em plenas 5 da manhã de cada dia, que quase todos os campuseros ainda estavam lá, alguns em estado de letargia, absorvidos pelos FPS, RTS e MMORPGs, outros blogando e postando conteúdo na rede, outros desenvolvendo software, outros montando seus robôs peça a peça, outros fazendo arte eletrônica…

Depois que o dia amanhece e o evento acaba, é como voltar da “Matrix”.

Estes foram alguns dos últimos destaques que me chamaram a atenção:

Duas palestras mostraram boas soluções brasileiras para áreas distintas: o Muan, um software de animação quadro-a-quadro, que foi demonstrado pelo Marcos Magalhães (conhecido no Animamundi), com muitos recursos para quem faz este tipo de arte.

E a linguagem de programação Lua, criada nos laboratórios da PUC-Rio, que foi bastante popularizada no exterior e colabora para a redução da quantidade de linhas de código em seus programas. É sempre bom ver que temos soluções competentes nacionais.

Em um evento que privilegia tanto o software livre, surgiu uma palestra da Microsoft demonstrando o Silverlight, a cartada da empresa para tentar combater o monopólio do Adobe Flash nas animações e interfaces web. René de Paula Jr demonstrou algumas funcionalidades, como a possibilidade de utilização de vídeos de forma leve e intuitiva e o padrão aberto XAML que evita a utilização de arquivos binários. Tal padrão, aliás, poderia ajudar bastante o mercado de publicidade online, que vive com problemas de finalização de criativos a serem veiculados em sites.

E a Microsoft Brasil chegou até a realizar um beta testing com a Agência Click, para (tentar) provar que o Silverlight pode ter o desenvolvimento de hotsites mais eficiente do que o Adobe Flash.

Na área dos blogueiros, foram entrevistados alguns hackers conhecidos no cenário de segurança: Ramon (criador do software Metasploit), Rodrigo “BSDaemon” (kernel hacker hoje em dia contratado pela IBM), Blake Hartstein e Georgy Berdyshev (conhecidos no cenário internacional). Foram discutidas a ética hacker e a diferença entre crackers e hackers, para que não haja dúvidas ou preconceitos sobre quem é quem.

Seguindo a linha do evento, toda a relação dos hackers com software livre e disseminação de informação foram privilegiadas, de forma clara e elusiva. Como diria Bernard Shaw: “If you have an apple and I have an apple and we exchange these apples then you and I will still each have one apple. But if you have an idea and I have an idea and we exchange these ideas, then each of us will have two ideas”.

E olha só, quem levantou a galera na sexta-feira foi o nosso astronauta brasileiro, Marcos Pontes. Com muita humildade, simpatia e patriotismo ele resumiu sua história de vida, deu macetes aos candidatos a astronauta e contou um pouco do que se passava na cabeça dele e quais foram as curiosidades quando foi representar a nação na missão espacial. Nem John “Maddog” Hall conseguiu levantar os campuseros com um discurso tão “caseiro” e emocionante!

Finalizo por aqui, gostaria apenas de deixar registrado alguns puxões de orelha em pequenas falhas técnicas como:

  • Poluição sonora: muitas palestras acabaram ficando lado a lado simultaneamente e a proximidade com os campeonatos na lanparty acabavam deixando alguns palestrantes inaudíveis. E axé no último volume as 3 da manhã de sábado foi totalmente, totalmente desnecessário;
  • Fumar é proibido na Bienal, mas a proibição não estava sendo muito seguida;
  • O Parque do Ibirapuera tem estacionamento com zona azul e portões com horários restritos, isso dificulta a mobilidade;
  • O transporte de hardware em um espaço tão grande quanto a Bienal poderia ser melhor planejado, não é mole carregar 30kg de equipamentos

Independente disso, os organizadores fizeram um excelente trabalho em tocar esse evento com muita eficiência e tudo indica que em 2009 teremos uma nova edição. Torço para que entre permanentemente no calendário dos próximos anos!

 O que nos ensina o Campus Party II

Pra começar, acabo de voltar de uma curiosa oficina de construção de foguetes, depois de uma série de palestras e debates interessantes.

A palestra da Suzana Applebaum focou bastante no impacto da mídia social no consumidor, que valoriza cada vez mais informações vindas de “rede de amigos” do que a propaganda usual. Deu exemplos em dois cases interessantes para os campuseros: O primeiro foi o da série Heroes, que possui (no seriado) uma revista em quadrinhos chamada 9th Wonders, feita para os formadores de opinião da série. O HQ fez tanto sucesso que hoje em dia o site do Heroes - com as informações do HQ - tem mais de 10 mil páginas e representa 25% do tráfego total da NBS, transformando-se no HQ norte-americano mais lido na história. Até a Nissan virou anunciante dentro dos quadrinhos. O segundo case foi da Wired e seus subprodutos, mostrando cada vez mais que o importante é o conteúdo que está sendo passado aos leitores e não mais a revista em si. Para dar uma idéia, hoje em dia a revista representa cerca de um terço do conteúdo do site, que complementa as reportagens com muito mais informações relevantes. Isso levanta a dúvida (que não foi respondida na palestra): Por que as revistas e jornais brasileiros ainda bloqueiam conteúdo na Internet?

Em seguida, rolou uma mesa de debates com o tema: “Jornalismo e Nova Economia”. Participaram Heródoto Barbeira (da rádio CBN), Edevaldo Siqueira (CBN), Pedro Dória, Fabiana Zani (dpto online da Abril), Paulo Marcum (TV Cultura), a própria Suzana e diversos blogueiros significativos na Internet. Foi um dos debates mais interessantes e navegou por temas como o amadurecimento do jornalismo “paralelo” feito pelos blogueiros, como esse “novo jornalismo” poderá convergir com a mídia tradicional e acabou se transformando em outro debate: “jornalismo tradicional x jornalismo novo/paralelo”, já que as duas turmas estavam presentes para defender seus pontos. Um dos consensos foi que o futuro deve ser de colaboração entre ambas as partes.

John Maddog, o papa do software livre, fez a palestra mais popular da noite onde explicou como ganhar dinheiro com software livre e defendeu que o consumidor final precisa deixar de ser um “software slave” que precisa se moldar de acordo com o software e não o contrário. O ponto focal da palestra foi: qual o custo que o seu software gera? Pois as pessoas não querem perder tempo com produtos empacotados, elas querem serviços e soluções eficientes. E completou com uma analogia interessante: As pessoas não querem simplesmente um cirurgião ou especialista “mais barato”. Ele mostrou diversos tipos de profissões hoje em dia que giram em torno de software livre, apresentou “cases de sucesso” de gente que está ganhando dinheiro com isso, exemplos de aplicações com software livre lá fora e aqui no Brasil, mostrou o conceito de hardware livre que está se propagando. Tudo isso sempre com trabalho em conjunto, reutilizando as bases já prontas para não se perder tempo e criando mercados em economias locais como no Brasil. Vale lembrar que em Abril ocorrerá a nova edição do Fórum Internacional do Software Livre em Porto Alegre onde estes temas são recorrentes.

Steven Johnson, fez uma palestra com uma neurocientista brasileira onde abordou a forma como a mente humana interage com interfaces, como lida com padrões, estímulos externos e como a interface deve ser “invisível” para funcionar (ao contrário da interface do jogo Warcraft, um dos mais populares da Campus Party. Um dos pontos interessantes abordados foi sobre como o ensino boca-a-boca é defasado, como seria se a garotada de hoje em dia aprendesse história em um Civilization ao invés de simplesmente jogá-lo por diversão. As novas interfaces como as do jogos interagem de forma diferente com o cérebro, cria uma nova evolução da linguagem. Quem estiver curioso vale dar uma lida nos livros dele.

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