Arquivo da Categoria 'Métricas & Tendências'

 IE 8 vai bloquear anúncios e tracking de usuários?

Pelo ponto de vista da defesa da privacidade, a próxima versão do Internet Explorer pode ser considerada um bom passo.

Mas pelo ponto de vista dos anunciantes restam dúvidas, considerando detalhes que acabam de ser divulgados. A nova versão do browser da Microsoft, líder de mercado, deverá oferecer um feature que bloqueia anúncios e mesmo conteúdos de terceiros.

Segundo o vice presidente do IAB nos Estados Unidos, Mike Zaneis, esta nova função poderá trazer consequências para as economias da internet.

A maior parte da publicidade na internet é servida por redes de anunciantes e bloquear os anúncios vai atrapalhar. Apesar deste feature não ser novidade, ele preocupa porque será oferecido no browser mais usado no mundo.

Segundo a Microsoft, o feature conhecido como InPrivate Blocking não foi criado para bloquear anúncios, mas na prática alguns anúncios poderão ser bloqueados, porque serão bloqueados pedaços de código que os sites usam para acompanhar o movimento de usuários na web.

Se for isso mesmo, vai ser complicado. Vamos aguardar.

Leia mais no Washington Post: Accidental Ad Blocker.

 O fim da era dos cliques

Ainda não vamos tirar os botões do mouse, mas devemos tirá-los do planejamento e das métricas de campanhas online.

O antigo e ultrapassado % CTR (taxa de cliques) mede apenas quantas vezes uma peça foi clicada a cada cem exibições. Mas não mostra se o usuário realmente chegou ao website, se esperou o carregamento, se navegou no conteúdo ou, o mais importante, se realizou uma compra ou conversão.

As análises devem avaliar a eficiência da campanha até sua ponta final, acompanhando diferentes indicadores: custo de impressão da peça, custo por usuário impactado, custo por visita no site e custo de aquisição de um cliente, entre outros.

A importância de cada indicador irá variar de acordo com o objetivo de cada campanha.

Uma campanha institucional ou de comunicação simples pode comunicar diretamente nas peças através de interação, sem cliques ou visitas a websites. Neste caso, o mais importante é medir quantas interações ocorreram com a peça, e não apenas os cliques. Tecnologias como widgets podem realizar operações no próprio ambiente do portal, como encontrar a loja física mais próxima.

Formatos de rich media ajudam bastante porque permitem convidar o usuário a uma interação com pouco espaço ocupado - e quando o usuário demonstra interesse a peça entregará a informação relevante.

Por exemplo, uma oferta de consórcio da Ford que permita ao cliente interagir definindo no calendário até quando pode esperar pelo carro. Seriam exibidas informações correspondentes a esta decisão e se continuar interessado, aí o cliente ao clicar será direcionado para a contratação em uma página específica com os parâmetros selecionados.

No futuro, é possível que se reduza também a importância do clique dentro do site visitado. Ainda são considerados importantes o número de páginas por visita ou o número de cliques, mas será mais interessante medir a efetiva interação do usuário com os conteúdos e o tempo dedicado.

Por exemplo, há páginas de vídeo onde não basta saber se o cliente chegou até elas, mas se assistiu o vídeo até o fim, se passou adiante, se comentou, se aumentou a janela.

O mesmo vale para outros conteúdo. Um excelente conteúdo experimental de site que interage inteiramente sem cliques pode ser visto no projeto Dontclick.it.

Esta é na verdade a forma natural das pessoas - não viemos com botões nas pontas dos dedos e estamos acostumados a interagir tocando ou arrastando. É melhor já ter o resultado da interação sem precisar clicar e aguardar - fazer o usuário clicar é cada vez mais difícil; ele está mais desconfiado.

Esta é a razão pela qual o iPhone faz tanto sucesso: interage através dos toques dos dedos com gestos como arrastar, ao invés de clicar em uma seta para o lado.

 Firefox cresceu 36% em sete meses no Brasil

Navegador ganhou 1,5 pontos percentuais entre maio e julho, o que representa mais de 80 milhões de acessos.

O incômodo em relação ao monopólio da Microsoft pode ser um dos principais motivos para o crescimento de seu principal concorrente no segmento de navegadores, o Firefox. Somente nos primeiros sete meses deste ano, o número de acessos à Internet via Firefox cresceu impressionantes 36%, segundo dados apurados pela Predicta, enquanto o acesso total à web manteve-se praticamente estável com crescimento de apenas 1,6%.

Outros motivos podem ser apontados. O Firefox é um navegador que possibilita ao usuário maior flexibilidade e controle da ferramenta. Outra questão que não pode ser deixar de lado é o marketing realizado pela Mozilla na ocasião do lançamento da versão 3.0, em meados de junho, quando aconteceu o download day. Somente neste dia, o Brasil realizou 598 mil downloads da ferramenta.

O Firefox tem suas qualidades: a versão 3 é mais rápida e oferece melhorias em segurança, organização pessoal e downloads em relação à anterior. O boca a boca foi importante, pois o usuário que utiliza a ferramenta e compara as vantagens em relação ao Internet Explorer vai sugerir para os amigos mais próximos.

A campanha da Mozilla tinha como objetivo colocar o Firefox 3 no Guiness Book como o software mais baixado em 24 horas. Nos Estados Unidos o browser teve oito milhões de downloads no dia do lançamento. As várias versões do Firefox representam 18,41% do mercado mundial de navegadores, que o Internet Explorer ainda domina o mercado, com 73,75%, segundo a NetApplications.

No Brasil

No Brasil, o navegador já detém 8,2% de participação do mercado e vem crescendo diante do líder Internet Explorer, da Microsoft, que já vem instalado no Windows. Os demais navegadores detêm apenas 1%.

O público considerado são os visitantes que acessam sites dos clientes da Predicta. Em um período de 30 dias, podemos dizer que mais de 98% dos internautas brasileiros foram expostos a uma das ferramentas da Predicta.

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 Site avalia se visitante é homem ou mulher

Um site da internet criou um algoritmo que analisa o histórico de navegação do usuário e diz a probabilidade do internauta ser homem ou mulher.

Segundo o autor, o mecanismo é simples e despretensioso, mas mostra o que é utilizar o comportamento para melhorar a experiência dos usuários. Tirando a parte de privacidade, acho interessante a iniciativa.

Parece que o algoritmo funcionou bem comigo:
Likelihood of you being FEMALE is 5%
Likelihood of you being MALE is 95%

Mais detalhes no Mike on Ads: Using your browser URL history to estimate gender.

 Classe C presente na internet: mais dados

Não é novidade que a classe C ganha corpo na internet brasileira e já se apresenta como boa oportunidade (vide campanhas online até de Casas Bahia). Mas uma recente pesquisa publicada no Estadão mostra que em algumas regiões isso não é uma tendência, é uma realidade!

É importante lembrar que a pesquisa foi feita apenas em três regiões metropolitanas do Brasil (São Paulo, Recife e Porto Alegre), portanto não deve ser considerada com retrato da realidade de todo o país.

Highlights:

  • 49,4% dos jovens da classe C das três capitais possuem acesso à rede mundial em casa;
  • não existem diferenças significativas entre classes para o consumo de conteúdo, entretenimento e redes sociais;
  • 77,2% dos jovens de classe C com internet residencial têm acesso de banda larga (+100 kbps);
  • a pesquisa apontou um temor maior da classe C em usar o cartão de crédito na internet do que nos consumidores de maior renda:
  • o jovem de classe C acessa bastante a internet para fazer pesquisa de preços (49,2%).

Mais detalhes no Estado de São Paulo: Presença da classe C avança na internet.

 Software VisitorVille oferece web analytics em 3D

Quando falamos em web analytics, a primeira coisa que vem à minha cabeça são relatórios gigantes cheio de números e as mais variadas métricas.

Sendo um analista de web analytics, ao olhar estes relatórios posso visualizar mentalmente o caminho dos meus usuários dentro do meu site. Eles entram pela home, depois acessam as páginas internas, colocam produtos no carrinho e finalizam a compra. Imagino estes usuários andando dentro da minha loja virtual como fosse um shopping center de verdade.

O software VisitorVille traz minha imaginação à realidade. O VisitorVille é de fato um Sim City ou um Second Life para web analytics. Deste modo posso ver cada usuário andando de um prédio (página) para outro e ver de qual ônibus (buscadores) cada usuário veio e quais usuários chegaram de táxi (acesso direto).

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Outros usuários VIP do site podem chegar até de helicóptero. Cada usuário interagindo com o seu site tem um passaporte, onde o analista pode ver 24 informações detalhadas, como localidade, browser, sistema operacional, referrer ou IP. Tudo em real time.

Com VisitorVille, web analytics vira diversão. Mas cuidado: analisar o seu site pode virar um vício!

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O software é pago e pode custar de U$ 19,95 a U$ 124,95, dependendo do volume de tráfego do site. Porém um free trial pode ser baixado gratuitamente no site do VisitorVille.

 Mais de 40 milhões de brasileiros com acesso à internet

O Brasil registrou no mês passado número recorde de 41,565 milhões de pessoas com acesso à internet, ultrapassando a barreira dos 40 milhões de internautas pela primeira vez, segundo pesquisa realizada pelo Ibope/NetRatings.

A empresa, que mede a internet brasileira desde setembro de 2000, informou ainda que o número de usuários com acesso à web em casa também foi o maior já registrado, chegando a 35,5 milhões de pessoas.

Segundo o coordenador do estudo e gerente de análise da empresa de pesquisa, Alexandre Magalhães, o crescimento acelerado do mercado de informática no Brasil e avanço nas políticas públicas referentes ao acesso à rede são os principais fatores por trás dessa contínua expansão da internet no Brasil.

“São dados positivos… E refletem as políticas públicas de abertura de pontos de acesso à internet em escolas… além da avalanche de facilidades para adquirir computadores novos… por causa da concorrência entre os fabricantes de computador”, afirmou em comunicado divulgado à imprensa.

No mês passado, 23,1 milhões de pessoas navegaram pela web pelo menos uma vez em suas residências, número 29% maior que em maio de 2007 e também recorde.

A pesquisa aponta também que o brasileiro continuou a ser o usuário residencial que navega por mais tempo dentre os dez países acompanhados pela Nielsen/NetRatings.

O usuário brasileiro navegou por 23 horas e 48 minutos, em média, no mês passado à frente de países mais desenvolvidos como Japão e Estados Unidos.

Mais detalhes no Terra: Brasil supera marca de 40 milhões com acesso à web.

 PCs roubam a cena

Share of screen time: menos TV e mais PC.

Estudo da IPSOS MediaCT aponta a predominância da TV como meio de consumo de vídeos, mas indica que a internet começa a ganhar espaço no mercado americano. O estudo revelou que o tempo gasto para assistir vídeo (ou share of screen time) na TV caiu 5 pp. (de 75% para 70%), enquanto no PC cresceu 8 pp. (de 11% para 19% - quase o dobro).

Outro fato interessante é o tempo gasto em cinemas, que também caiu, apenas 2 pp. (de 7% para 5% - reduziu 1/3). Será o fator Tropa de Elite?

Segundo os pesquisadores da IPSOS, assistir vídeos online “tornou-se uma atividade onde muitos dos americanos passaram da fase de experimentação para uso regular. Hoje, mais da metade dos usuários com mais de 12 anos já viu algum vídeo online nos últimos 30 dias. A crescente sofisticação dos PCs domésticos e a onipresença das conexões banda larga dentro ou fora de casa facilitaram o processo de experimentação de vídeo digital e, posteriormente, fizeram com que muitos adotassem o PC como um canal confiável em vídeo para entretenimento.“

Onde os vídeos online são assistidos? No PC, que continua crescendo como o aparelho onde mais se assiste vídeos, mesmo com a chegada de DVD players portáteis, media players e celulares 3G.

Será uma questão do ser humano querer concentrar suas atividades em um único dispositivo? Os PCs estão se tornando inseparáveis de seus donos ou vice-versa?

Todas as faixas etárias estão assistindo mais vídeos, a diferença é que os adolescentes entre 12 e 17 anos estão vendo mais vídeos em dispositivos portáteis. É o mesmo grupo que assiste menos TV.

Para a indústria de vídeo estas são informações importantes, como saber quanto tempo o consumidor fica olhando para a tela e se prefere assistir em streaming ou fazer download. Há um novo conjunto necessidades e preferências do público para gerenciar o que assistir.

Players de vídeo como Apple TV e Roku NetFlix procuram fazer uma ponte entre os tradicionais hábitos televisivos e a tendência crescente do público preferir escolher os conteúdos.

Ainda é uma realidade distante para o brasileiro, devido à baixa penetração da internet (22% contra 71% nos EUA). Mas com a chegada da classe C na internet, que na internet encontra facilidade de crédito nas principais redes varejistas do país e pacotes populares de triple pay nas operadores de TV a cabo, a tendência é que este número cresça.

É uma questão de tempo a massificação deste fenômeno em território tupiniquim.

O release sobre o estudo disponibilizado pela IPSOS:
PC Encroaching On TV’s Dominance In Share Of Screen Time With Digital Video Users.

 Click me baby one more time

A matéria Click me, baby… one more time (link abaixo), escrita por Anne Zieger, especialista em B2B e comunicação em marketing, ressalta alguns problemas que muitos publicitários enfrentam na avaliação de uma campanha online.

São os mesmos assuntos presentes constantemente no cotidiano da área de Inteligência da Predicta.

Ela destaca que do investimento feito em publicidade, até 60% não trazem retorno algum ao mundo dos negócios.

Qualquer tipo de mídia pode sofrer de resultados fracos. Porém a mídia online possui dados mais concretos do que os outros tipos de mídia, através de ferramentas de adserver e web analytics capazes de analisar os passos de cada usuário, desde o momento que foi impactado por um banner até a página de conversão do site, onde espera-se que compre ou realize alguma ação desejada.

Mas segundo Anne os publicitários enfrentam um problema justamente quando olham os números de campanha, destacam o número de cliques e os trazem para o mundo real de negócios, onde teoricamente é esperada uma compra ou conversão.

Grande parte dos publicitários considera apenas a quantidade de cliques obtidos em determinada campanha, mas existem outras questões a serem analisadas a partir da quantidade de cliques.

Um exemplo é o peso do site que comporta a campanha, que pode afetar diretamente ao causar perdas nas visitas à home.

Mais perda ocorre quando o usuário clica em um banner e espera pela visualização do site. Se a página de destino demora a carregar haverá desistências na navegação.

Há perdas também quando é feita uma má escolha dos veículos utilizados para a campanha. Quando não são segmentados de acordo com a campanha, os produtos e mensagens destacados podem até despertar a curiosidade, mas ao clicar e visitar a página do anunciante, o usuário já percebe que o produto não interessa, o que proporciona uma baixa profundidade de navegação e uma conversão não efetuada.

Acredito que o clique deve ser utilizado como uma métrica para se ter uma idéia de como foi impactado o usuário quando a mensagem foi passada. É a primeira etapa a ser analisada. Ou seja, o usuário teve realmente interesse em clicar na peça?

Ao analisar as métricas como um todo, teremos o caminho percorrido pelo usuário e possivelmente o motivo da desistência durante a navegação.

A visita, por exemplo, é uma métrica que já deixa claro que o usuário depois de ter clicado na peça chegou ao hotsite ou landing page. Podemos considerar a visita como segundo passo - ele achou algo interessante na campanha e entrou no site.

Dentro das visitas, podemos listar diferentes áreas do site que foram procuradas e navegadas pelo usuário e identificar as mais acessadas e as menos acessadas.

Dentro dessas áreas destacadas no site, dependendo do propósito da campanha, possivelmente haverá uma área de conversão.

Uma das métricas que relatam a conversão é chamada de CPA (custo por aquisição), indicando quanto custou trazer o visitante até ali.

Outra métrica muito interessante é a taxa de conversão, que indica a porcentagem de pessoas que visitaram o site e tornaram-se uma conversão (que pode ser comprar ou realizar uma ação desejada).

São exemplos de métricas que devem ser consideradas ao longo da campanha, desde o momento do clique no banner até a área de conversão.

Mais do que valorizar unicamente o clique, seria interessante justamente olhar passo por passo as informações da campanha e do site para que na próxima campanha veiculada não sejam repetidos os mesmos erros.

O clique é o primeiro degrau em uma longa escada. Ele sozinho não é capaz de mostrar o resultado de uma campanha por inteiro.

Mais detalhes no OMMA:
Click Me, Baby… One More Time
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 O usuário clica, mas nem sempre visita o site

Nem todos os cliques geram visitas, pois uma parte dos usuários desiste da página antes dela ser exibida. Veja como determinar quantos são os desistentes, a partir da métrica connect rate.

Alguns anunciantes têm o pensamento que se o veículo mostra 1.000 cliques em sua campanha, significa que 1.000 visitas foram geradas para o seu site. Na realidade isso não acontece.

O usuário pode clicar sem querer ou pode também sair do site antes que a página carregue. Desta forma, este usuário não visitou o site de fato.

Através da métrica de taxa de conexão ou connect rate (”visitas From Click/Clicks”) podemos analisar a porcentagem de usuários que clicaram e efetivamente acessaram o site.

Para uma análise correta do connect rate, é necessária uma ferramenta de web analytics, como o Predicta Atmosphere, integrada a um third party adserver, como o Predicta Maestro. Apenas com esta integração podemos separar os usuários de acesso direto dos usuários de campanha.

Não existe uma campanha com um connect rate de 100%. Ao analisarmos uma série de campanhas monitoradas pela Predicta constatamos que um connect rate ideal gira em torno de 80% em um site sem Flash. Em alguns sites mais pesados, o connect rate pode chegar a apenas 20%.

A principal causa de um baixo connect rate é o peso da página. Isso acontece porque alguns usuários possuem conexões discadas, computadores obsoletos ou simplesmente falta de paciência e tempo. Sites em Flash também influenciam para baixo o connect rate, pois alguns usuários saem do site antes do carregamento total do Flash.

Cabe aos criativos desenvolverem landing pages mais leves ou pré-homes para uma abertura mais rápida do site.

Os mídias também são responsáveis pelo baixo connect rate de suas campanhas, pois algumas peças podem fazer com que os usuários cliquem sem querer.

Isso pode ser provado ao comparar um DHTML (que normalmente apresenta um connect rate mais baixo, pois aparece no meio do conteúdo) com um superbanner (que aparece apenas no topo da página).

Os canais escolhidos também podem influenciar em um baixo connect rate - a “home” de um portal tende a ter um connect rate inferior a um canal mais segmentado, pois os usuários mais segmentados têm uma pretensão maior de acessar o site. Por isso a escolha dos formatos e canais deve ser feita cuidadosamente.

O aumento do connect rate reflete diretamente a eficiência do investimento em uma campanha online.

No que se refere à mídia gráfica, o objetivo da campanha pode ser institucional com o intuito de gerar cobertura (impactar usuários) sem a pretensão ao clique. Por outro lado, se o objetivo é gerar visitas, o connect rate deve ser cuidadosamente analisado, mesmo que a negociação de mídia gráfica muitas vezes seja em CPM (custo por mil impressões).

Cabe aos mídias calcularem a sua contratação prevendo estes usuários perdidos, em vez de acompanhar seus resultados apenas utilizando o CTR médio.

Devemos lembrar também que em algumas iniciativas, como nos links patrocinados, por exemplo, a negociação é baseada no número de cliques (pay-per-click). Neste caso o connect rate está diretamente relacionado ao investimento, pois o anunciante irá pagar, mas o clique não necessariamente proporcionará uma visita real.

O connect rate é uma métrica ainda pouco explorada, mas pode causar grandes alterações no resultado de uma campanha publicitária online.