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A gente sempre quer mais, não é? O mais rápido, o mais bonito, o mais novo, o mais tecnológico, o mais quieto… ou não?
O artigo abaixo conta um problema pelo menos inusitado.
Os engenheiros da Airbus conseguiram fazer do A380 (o über-jumbo) um avião tão quieto, mas tão quieto, que os pilotos estão reclamando que não conseguem dormir nos seus horários de intervalo.
A justificativa é simples (e tinha sido prevista pelo VP da Boeing no blog dele): o “barulho” que incomoda não é o barulho constante – a esse o nosso cérebro se adapta. O que incomoda são os barulhos descontínuos que se sobressaem ao ruido ambiente.
O problema é tão ruim que a Airbus está pensando em produzir, artificialmente, ruido na cabine do A380. É mole?

Foto de caribb, usuário Flickr.
Mais detalhes no Autopia: Pilots Complain the A380 Is Too Quiet for Sleeping.
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Comunicado referente à flutuação artificial de tráfego causada pelo robô LinkScanner Search-Shield do AVG Anti-virus Free Edition 8.0, e posterior introdução do filtro nos sistemas da Predicta.
Prezados Clientes,
No dia 20 de maio de 2008, a AVG, uma das líderes mundiais no segmento de anti-vírus, lançou uma nova versão da sua ferramenta AVG Anti-virus Free Edition (versão 8.0), com o recurso LinkScanner Search-Shield.
Como forma de testar a confiabilidade dos links em uma página web, este recurso faz, através de um robô, uma requisição aos links, e observa se a página que se abre a partir do link é uma página mal intencionada (do tipo que instala algo malévolo no computador do usuário mediante o clique).
Esta requisição é feita automaticamente, sem afetar a navegação do usuário (e sem que ele veja que isto está acontecendo); tão logo a página de destino seja validada como uma página segura, o AVG exibe uma pequena medalha ao lado do link indicando que é seguro clicar nele.
A requisição de fato gera uma abertura da página de destino do link que está sendo examinado (pois esta é a forma que o AVG usa para verificar a segurança do destino do link) – porém esta requisição não é feita ou observada por um humano, mas sim por um robô. Por este motivo, a abertura da página (no momento do teste) à qual se refere o link não deve ser considerada na contagem da audiência.
É comum o uso de robôs na internet para diversos fins, de segurança a comparação de preços. Para distinguir as requisições humanas das requisições feitas por robôs, existem listas chamadas de listas de “bots (de ro-bots), crawlers e spiders (outros tipos de geradores artificiais de solicitações)”, que as ferramentas de análise de audiência consideram e expurgam dos seus resultados, sobrando assim somente os dados de navegação real.
Ao investigar elevações não-justificadas no volume de cliques em links patrocinados monitorados pelos sistemas da Predicta notamos que havia significante anomalia nos resultados, originada por requisições artificiais do LinkScanner Search-Shield do AVG Free 8.0. Ato contínuo, comunicamos ao Interactive Advertising Bureau (IAB) EUA a detecção do referido bot e pleiteamos sua inclusão na lista de bots, crawlers e spiders do IAB, da qual a Predicta é signatária.
Infelizmente no momento do lançamento do AVG Free 8.0 não chegou à Predicta (e até o limite do nosso conhecimento, ao mercado como um todo) um comunicado prévio sugerindo a inclusão deste novo bot na lista de bots, crawlers e spiders. Em função disto, alguns cliques registrados pelos sistemas da Predicta no período compreendido entre 20 de maio e 27 de junho de 2008 são de fato cliques artificiais, oriundos desta nova versão do AVG Free.
Confirmando a hipótese de falha na concepção do produto e na comunicação, no dia 5 de julho de 2008 a AVG se desculpa publicamente e anuncia o lançamento breve de uma atualização com o objetivo de reduzir a discrepância gerada por este nova funcionalidade em sua ferramenta.
Veja no site da AVG: AVG Responds to and Resolves LinkScanner Issues.
É importante notar que se tratou de um evento em escala global que afetou igualmente os números de toda a internet. Exemplo de comentário evidenciando o efeito global, no site WebAnalytics Demystified: AVG LinkScanner Bot Executes JavaScript?!?.
No dia 8 de julho de 2008, a AVG lançou um update para o AVG Anti-virus Free Edition 8.0 que altera a metodologia de verificação de links. Além disso, como dissemos acima, no dia 27 de junho de 2008 a Predicta incluiu nos seus sistemas o filtro para o bot do LinkScanner Search-Shield do AVG – consideramos portanto que a anomalia causada por este evento já está completamente sanada.
Parte do sucesso da rápida detecção deste evento anormal no Brasil (praticamente no mesmo momento que o resto do mundo) se deve à relação transparente e eficaz entre a Predicta e seus clientes. Agradecemos a todos que nos ajudaram a identificar este problema, e ratificamos nossa obrigação para com nossos clientes de oferecer sempre o melhor em tecnologia para mensuração de resultados.
Estamos à disposição de todos para quaisquer esclarecimentos adicionais que se façam necessários.
Atenciosamente,
Marcelo Marzola
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Tenho certeza que a maioria, se não todos, já teve a oportunidade de ver a capa da Época desta semana com a matéria “O Futuro do Trabalho” na qual a Predicta aparece com destaque absoluto. Eu gostaria de dividir com vocês alguns pensamentos sobre esta matéria.
Ouvi muitos elogios – mas me fizeram pensar, principalmente, os que disseram “Você está famoso! Parabéns!” – estes ouviram de mim em resposta: “Estou não, estamos – e parabéns para todos nós!”.
Com toda franqueza pela qual vocês me conhecem, quero dizer que por ventura quem está na capa é o Zola, mas é importante que vocês saibam que qualquer um de nós, Predictors, poderia estar naquela capa – mais do que isso: é importante que vocês saibam que a única razão pela qual “o Zola” é quem aparece na capa é porque uma das minhas funções como Presidente da empresa é representá-la e simbolizá-la; no entanto, queria que vocês soubessem que nenhuma das características pelas quais somos exaltados na matéria são características “do Zola”, elas são na verdade, características de todos nós, Predictors, e desta empresa que nós construímos dia após dia. Notem que nenhuma delas seria possível sem o absoluto e inquestionável comprometimento de todos vocês, de todos nós.
Refletindo mais um pouco sobre a matéria também me peguei pensando em muitos momentos “será que somos dignos disto?” – depois da troca franca que tive com todos vocês no último Chadô, nós sabemos que esta empresa tem a sua parcela de problemas, e não são poucos.
Do que adianta a cerveja e a sala de descompressão se algumas pessoas, se não todas, estão trabalhando mais horas do que deveriam? Como um dos gestores desta empresa, eu ainda não consegui cumprir a minha meta de transformar esta empresa no melhor lugar do mundo para se trabalhar, mas tenho certeza é lá que queremos chegar. E foi neste momento que realizei que somos sim dignos da matéria e dos elogios… digo isso porque acho que nunca deixaremos de ter problemas, mas o simples fato de sermos uma empresa com esta missão (que parece muito simples) e de olharmos sempre para as pessoas e as emoções envolvidas no trabalho, faz com que sejamos únicos e especiais.
Então é por isso que lhes escrevo – para dizer que me orgulho muito de ser o rosto que simboliza o trabalho, o suor e a dedicação de todos nós, e para dividir, de coração aberto com todos vocês, os elogios que recebi. Espero continuar nos representando com a mesma dignidade e orgulho que sinto hoje, e espero que vocês estejam sempre ao meu lado para me dizer se em algum momento eu não estiver fazendo bem este que é um dos meus principais papéis.
Naquela capa eu não sou o Zola – eu sou todos vocês.
Um abraço carinhoso,
Z
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Com a aquisição da DoubleClick, o Google leva junto a Performics, agência de search marketing que faz gestão de campanhas de links patrocinados, otimização de sites e possui um sistema de filiação.
Na minha visão, a compra da Doubleclick, economicamente, significa muito mais do que a compra do YouTube.
Ao passo que a compra do YouTube foi de certa forma um movimento horizontal (comprando uma empresa que concorria na mesma altura de consumo que o Google), a compra da Doubleclick é um movimento de integração vertical.
Para os estrategistas, integração vertical é quando as empresas começam a sentir necessidade de ter um envolvimento maior nas empresas antes ou depois de si na cadeia produtiva. Pensem por exemplo na indústria do petróleo – todos os elos da cadeia possuem uma importância estratégica tão grande, que incentivam as empresas a atuarem em todos as partes do processo produtivo. É por isso que a Petrobras faz exploração, perfuração, extração, transporte, refino, petroquímica, distribuição e ponto de venda.
Estes movimentos geralmente acontecem na indústria de forma homogênea – ou seja: é muito mais uma característica da indústria do que de uma empresa específica. Se isso for verdade, Microsoft, Yahoo, AOL etc etc etc devem sentir necessidade de adquirir suas próprias empresas de adserving em breve.
A aposta na integração vertical é, portanto, um movimento muito audacioso por parte do Google. Será que ele vai redesenhar o modelo da indústria de mídia?
Na Wikipedia: integração vertical.
No IDGNow: O Google agora é uma empresa de SEM.
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Em seu belíssimo ensaio O Mal-Estar na Civilização, Freud dá continuidade ao trabalho iniciado com O Futuro de Uma Ilusão, de 1927, e explica o que ele acredita ser uma das grandes fontes da infelicidade humana.
Sinteticamente, Freud argumenta que para viver em sociedade o ser humano precisa tolher os instintos de sexualidade e agressividade e com isto perde a capacidade de ser plenamente fiel à sua natureza e vive sob uma condição de insatisfação permanente.
Um dos temas centrais do ensaio diz respeito ao indivíduo e à civilização — como o desenvolvimento do indivíduo e a evolução da civilização estão intrinsecamente ligados e quando/onde esta ligação ocorre. Basicamente estamos falando de formação de caráter, sublimação (a canalização da energia para outras atividades físicas e psicológicas) e não-satisfação/renúncia dos instintos, que ocorre quando enterramos nossos instintos em troca por viver em sociedade.
Pensando no mundo moderno, nos últimos anos assistimos ao sucesso fantástico do desenvolvimento de mundos virtuais que se tornaram possíveis graças à Internet. Estes mundos, chamados de Massive Multi-player Online Role Playing Games (MMORPG) ou jogos multi-jogador massivos online de role playing, reúnem cada vez mais pessoas. Alguns títulos contam com dezenas de milhões de jogadores.
Os primeiros que surgiram, à luz dos jogos de RPG fora do mundo virtual, tratavam de histórias fantásticas com gnomos, trolls e castelos. Mas o que mais causa espanto é o surgimento de jogos de RPG ‘normais’ que possibilitam ao usuário ter uma segunda vida na internet – este é, aliás, o título do jogo mais famoso desse gênero nos últimos tempos, Second Life.
No “Second Life” os jogadores criam ‘avatares’ (este é o termo técnico dado pela indústria para os personagens) que são homens, mulheres, travestis, etc, com características ditas normais, e o único objetivo do jogo é viver uma segunda vida.
É impossível não pensar em Freud quando se pensa em Second Life. Se começarmos pelo termo técnico citado acima ‘avatar’ – vem do sânscrito que significa ‘descida’ e era usado pelos hindus para descrever a manifestação corporal de um Ser Supremo (um Deus) – sim, no Second Life você cria um ‘Deus’.
Caindo no detalhe do dia-a-dia do jogo, podemos entender que o Second Life é uma forma moderna de minimizar desejos não atendidos. Quando Freud em seu ensaio fala sobre as formas que o ser humano encontra para dissipar esta energia ele fala de “substituições satisfatórias”, o que está diretamente ligado à fantasia. Segundo Freud, a fantasia é uma forma de dissipação da energia acumulada por desejos não-atendidos. Os jogos MMORPG são claras manifestações modernas disto.
Conforme exposto anteriormente, viver em sociedade implica em renunciar a nossos instintos – a vida em sociedade limita a nossa sexualidade. Aparece neste ponto outra característica interessante dos MMORPG – uma boa quantidade de jogadores homens usa avatares femininos no mundo virtual. Até que ponto isto está conectado à sexualidade ou ao desejo de liberdade sexual é questionável, mas o fato é que o homem, tão ‘macho’ na sociedade moderna, estabelece e usa sem culpa uma representação feminina na sua segunda vida.
Os jogos online são ainda uma rica fonte para minimizar o sofrimento oriundo da nossa insatisfação. Se aceitarmos o exposto por Freud que diz que o corpo humano (por sua fraqueza e mortalidade), o mundo (por sua falta de controle) e as relações sociais (por sua legislação social restritiva) são limitadores da nossa capacidade de satisfazer prazeres, os jogos online representam exatamente o ‘escape’ destes limitadores. No mundo virtual o corpo é imortal, o mundo é controlável e as regras sociais são menos rígidas.
No mundo virtual não existe culpa ou remorso, o avatar não sofre – uma parte triste deste fenômeno que podemos também constatar é a interposição da vida primária (terrestre) com a vida secundária (jogos online) – chegando ao ponto de pessoas cometerem sacrifícios reais em virtude de desentendimentos virtuais.
As primeiras sociedades defendiam as artes (principalmente o teatro, que por definição é ‘role playing’ e não coincidentemente originou o termo ‘role playing game’) como uma ferramenta de catarse – ritual que era a forma mais explícita de minimizar o acumulo de desejos. Isto posto, cabe perguntar se os jogos online seriam mecanismos de catarse mais modernos?
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A IAB Smartbrief, a newsletter diária do IAB dos Estados Unidos, traz uma matéria muito interessante que enumera 10 tendências a serem observadas em 2007. São elas:
Em grupos de consumidores
- 1. Alunos recém-formados nas faculdades – o meio online é o melhor para falar com esse pessoal
- 2. Mulheres profissionais afluentes – grupo tem crescido com consistência nos últimos anos e está muito presente no meio online
- 3. Crescimento da população asiática online
- 4. Boca-a-boca – use a internet para criar buzzzzzz
Na mídia tradicional
- 5. Páginas amarelas – quer atingir grupos demográficos mais jovens? Reduza o investimento em impressos e aumente a sua concentração em marketing de buscadores. Nos Estados Unidos 28% dos jovens procuram as Páginas Amarelas impressas e 47% dizem que uma ferramenta de busca online é a sua primeira escolha para encontrar algo!
- 6. Uso simultâneo de mídia – não existe mais audiência de mídia cativa, as pessoas cada vez mais usam a web junto com outra mídia (rádio e TV, por exemplo)
- 7. O uso conjunto de jornais impressos e na web – anunciantes tradicionais devem migrar parte da verba para a versão online dos jornais para cobrir a parcela da população que as consulta cada vez mais na internet
No meio online
- 8. Webconferência – os Estados Unidos têm problema similar ao nosso… viajar é cada vez mais difícil (lá pela segurança antes do vôo, aqui… bem… pela segurança durante o vôo…). As reuniões online são a forma de bypassar a limitação de viagem física
- 9. Pesquisa online – não importa se você é um vendedor online ou offline; antes de realizar uma compra o consumidor pesquisa cada vez mais na internet.
- 10. Ferramentas de busca – precisa falar mais alguma coisa?
10 Marketing Trends to Watch in 2007, do Enterpreneur.com, via MSNBC.
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Excelente artigo da ClickZ sobre as características que um bom analista de marketing online deve ter.
Segundo o texto são estas as categorias:
- Presença. Liderar o processo, entender o problema do cliente, ter uma idéia clara do que pode ser feito pelo cliente e nortear o projeto de análise.
- Tino comercial. Entender o impacto comercial das suas recomendações e análises.
- Inteligência/feeling de dados. Estar confortável com números, saber olhar para dados e reconhecer intuitivamente dados que parecem errados.
- Atenção para detalhes. Saber trabalhar no nível estratégico, mas flutuar para o nível operacional quando necessário.
Concordo com o pessoal da ClickZ e somaria ao texto as características que considero importantes para qualquer profissional:
- 1) Ser adaptável. Ser como a barata; mudar de DNA com a velocidade máxima. Mas não perder os seus valores, claro.
- 2) Ser ‘resourceful’. Essa palavra não tem tradução, mas basicamente quer
dizer que você sabe procurar coisas, encontrar aquilo que não está à mão. E, principalmente, saber quem tem a informação que você precisa (ou pode conseguir ela para você).
- 3) Ser uma pessoa boa. Por mais sentimental que possa parecer, é fundamental deitar a cabeça no travesseiro à noite e pensar: “hoje eu fiz o bem”. Pessoas boas tem uma chance infinitamente maior de ter sucesso e serem bons profissionais do que pessoas, digamos, não muito boas.
What Makes A Good Analyst?
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Anunciantes americanos pressionam veículos para que adotem auditoria pelos guidelines do IAB.
Notícia interessante sobre o posicionamento do mercado americano em relação a problemas de discrepância. A diferença nos números dos adservers de anunciantes e dos veículos é um assunto que há muito vem causando problemas e parece que finalmente os anunciantes decidiram dar um basta na questão.
Este movimento começou no ano passado, quando os principais portais dos Estados Unidos admitiram mudar o momento de contagem da ‘impressão’, para que ele estivesse mais próximo da efetiva visualização dos anúncios. Esta mudança começou à luz da orientação do IAB para tentar consolidar as visões de ambos os lados, o que culmina com o guideline de medição para anunciantes e veículos.
Agora é a vez dos anunciantes exigirem dos veículos que suas impressões sejam auditadas estejam em conformidade com os guidelines do IAB (ou seja, com processos de contagem mais adequados).
Estive com o Presidente do IAB EUA (Greg Stuart) no mês passado, e a Predicta será uma das empresas envolvidas neste processo de regulamentação do mercado.
Leiam a matéria, é interessante! Diz lá que o objetivo do guideline é garantir consistência no mercado online, para onde as empresas destinam uma fatia de sua verba publicitária que vem crescendo (25% em relação a 2005, sem contar buscas).
Entre os sites grandes já certificados estão AOL, CNET, Disney e DoubleClick. Em fase de certificação estão iVillage, 24/7, Real Media, Forbes e The New York Times.
Major Marketers Call For Online Ad Audits
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Excelente a matéria e discussão (Telefónica e Tim: players se preparam para a convergência).
Queria dar a minha contribuição. No meu ponto de vista, essa sinalização de compra está um passo antes, no que o mercado chama de consolidação. O mercado brasileiro pós-privatização criou algumas empresas de telefonia, mas este perfil do mercado (vide mercado americano/europeu) não tolera todas essas empresas.
A tendência é então a de consolidação em poucas empresas (é claro que com todo cuidado e observação dos órgãos que regulam mono/oligopólios, como o CADE).
A consolidação é um esforço para a grande batalha: telefonia versus lógica. Ou seja, a questão é, no final das contas , qual o cabo que vai te dar comunicação (entenda comunicação como telefonia fixa local + longa distância + internet + quem sabe um pouquinho mais pra frente, telefonia móvel) – o RJ45 de rede ou o bom e velho cabo de cobre?
Vemos então as duas forças do mercado de comunicação. De um lado a telefonia, do outro internet/banda larga (via TV a cabo)… É a briga da NET com a Telefonica, por exemplo. Acho que as empresas de TV a cabo têm relativa vantagem (em termos de custo de operação).
Se você parar para pensar um pouco, a pergunta maior é: quem domina o “last mile” (last mile, pra quem não conhece o termo, é a expressão usada no mundo de telecom para descrever a “última milha” do cabo que chega até a sua casa. Porque não adianta você ter uma rede central de altíssima velocidade se a última milha ainda é de cabos de cobre. Pelo outro lado, não adianta tentar dar capilaridade a cabos de fibra ótica (pois o custo é muito alto).
E qual o melhor “last mile”? E aí temos as novas formas de comunicação que estão surgindo como a internet de alta velocidade via a rede de energia elétrica (por falar em capilaridade…) ou então pela tubulação de gás (que também tem grande penetração no Brasil).
Mas será que a gente precisa mesmo de um “last mile” com um meio físico? O futuro não é wireless? É aí que entra o concorrente que eu, pessoalmente, acho o mais forte – o Wi-Max (rede wireless de alto alcance e alta velocidade).
Então, as telecoms provêem a espinha dorsal de acesso subterrâneo/submarino à internet e players locais criam várias redes wi-max, que depois vão se consolidando. Ué … mas o pessoal de TV a cabo não tinha a vantagem? Agora parece que a vantagem está nas telecoms…
(Claro, se vocês acompanharam, o leilão de wi-max no Brasil acabou em pizza na semana passada e foi suspenso por o que alguns dizem ter sido marmelada. Coisas da nossa terra.)
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