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Uma das principais funcionalidades do Twitter são os Followers. Ao contrário de outras redes sociais, você não precisa seguir uma pessoa para que ela o siga também. Por isso, todos os twitteiros querem ter o maior número de followers possível.
O número de followers mostra que o que você está twittando é engraçado, interessante ou prova que você é pop.
Sempre fiquei curioso se estaria ganhando o número de followers que espero atingir. Como o Twitter é uma ferramenta relativamente nova, espero que muitos dos meus amigos que irão aderir ao Twitter me sigam. É curioso perceber que grande parte dos meus followers são gringos ou pessoas que eu não conheço, mas não sei o porquê.
Encontrei então o TwitterCounter, um site onde você pode digitar seu nome no Twitter para ter várias informações sobre os seus seguidores. Um gráfico mostra a evolução dos seus followers durante um período de sete dias a três meses, onde se pode ver aumentos e quedas no número de followers.
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O TwitterCounter mostra o número médio de followers por dia e faz previsões. Podemos ainda fazer comparações entre dois usuários ou exibir uma média de followers da sua lista de amigos. A ferramenta atualiza seus dados momentaneamente.
O TwitterCounter possui um ranking, pelo qual @aplusk (Ashton Kutcher) é o mais seguido. Ele possui 1,935,052 followers. O segundo lugar é da apresentadora do @TheEllenShow com 1,658,992, seguida por @cnnbrk com 1,596,529.
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Um domínio é composto de duas partes, o nome do domínio (predicta) e o sufixo (.com.br). O sufixo é importante para determinar a origem e o tipo do site. Deste modo podemos ter domínios .gov.br para um site governamental brasileiro ou .org.jp para uma organização japonesa.
No início da internet, tínhamos apenas alguns sufixos como .com, .net e sufixos de origem (.br). Depois de algum tempo foi necessário um aumento no numero de sufixos para melhor organizar os domínios. Foram criados os domínios .edu, .org, dentre outros sufixos bem comuns hoje em dia. Algum tempo atrás foram criados outras variações, como para médicos (.med), aviação (.aero) e redes de televisão (.tv).
Depois de anos de argumentação entre o board do ICANN (The Internet Corporation for Assigned Names and Numbers), o órgão que cuida registros de domínios de praticamente toda a internet decidiu que os sufixos agora podem ser escolhidos baseando-se no nome da empresa ou qualquer outro nome.
Por exemplo, a IBM pode comprar o domínio www.brasil.ibm ou a empresa Dell poderia comprar o www.brasil.dell. De fato estas empresas poderão comprar o seu próprio sufixo criando o seu próprio gTLD ou Top-Level Domains ao invés de usar sub domains como brasil.dell.com.br. As grandes empresas que estiverem dispostas a comprar estes prefixos podem pagar uma taxa de U$ 200 mil ao ICANN e esperar na fila pela liberação do prefixo.
Mais informações no site do ICANN.
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Uma nova ferramenta chamada MetaPlayer é capaz de buscar palavras-chave dentro de um vídeo e direcionar o usuário para o ponto onde a palavra é mencionada. É um avanço na busca por palavras-chave em vídeos, além da busca por tags e na descrição do vídeo.
É um media player desenvolvido em Flash pela EveryZing que já indexa vídeos do YouTube. Deste modo, o website que possua este software poderá facilmente gerar um sistema de busca que procura dentro dos vídeos puxados do YouTube. O software não é capaz de interpretar o que é falado no vídeo, mas armazena uma “legenda”.
A possibilidade de buscar dentro do que é falado nos vídeos é importante para os usuários e também para ações de marketing e propaganda localizadas em pontos estratégicos do vídeo. Vejo futuro neste tecnologia, considerando a grande quantidade de vídeos já online. Comparada com uma busca no Google, onde a palavra-chave é procurada em grande parte dos textos de um site, a busca em um vídeo traz mais dificuldades para o usuário.
Mais detalhes na Cnet: New media player searches for spoken words in videos.

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Já quis causar inveja nas pessoas mostrando você deitado em um lindo dia na praia?
O site Qik.com faz com que os seus amigos vejam você na praia ao vivo, pois possibilita o streaming de vídeos direto do seu celular.
É isso mesmo, o site possibilita uma transmissão ao vivo de vídeos da câmera do seu celular direto para a internet.
Depois de instalar o software no seu celular e fazer o cadastro no site, você já pode transmitir seu streaming. A ferramenta do Qik transmite e mostra os vídeos com uma boa imagem e som com velocidade na transmissão e visualização do vídeo. O Qik é compatível com a maioria dos celulares, mas obviamente é necessário uma conexão à internet. Mesmo utilizando uma conexão que não seja 3G ou Wi-Fi, os streamings são exibidos com velocidade e qualidade.
A comunidade do Qik ainda é pequena, mas há muito mercado a ser conquistado, já que se trata de um serviço ainda pouco explorado. Eu já me cadastrei no site e transmiti meus primeiros streamings. Vale a pena conferir.

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Pesquisa realizada nos Estados Unidos pela Hall & Partners com homens entre 18 e 34 anos de idade constatou que mais de 75% dos entrevistados utilizam mais que 10 horas de internet por semana.
O aumento no tempo médio de navegação semanal na internet “rouba” este público da televisão. Tanto que 69% dos entrevistados não conseguiriam viver sem internet, comparado com os 31% que disseram o mesmo sobre a televisão.
A propaganda online é ideal para atingir estes público, já que 60% dos entrevistados quando offline lembram-se das ofertas que viram na internet. A propaganda online deste modo, a um custo mais baixo, serve para reforçar investimentos em outras mídias offline. E 47% dos entrevistados compraram produtos ou serviços por influência de publicidade online.
A pesquisa também apurou que está cada dia menor o receio diante do comércio eletrônico – 35% dos pesquisados já realizaram uma compra online, o que reforça ainda mais o poder da mídia online.
Mais detalhes no eMarketer: Young Online Males Choose Web over TV.
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No avião, durante as longas horas de vôo, o passageiro se distrai com livros e revistas, assiste lançamentos do cinema e agora poderá também acessar a internet.
No mês passado a American Airlines passou a oferecer acesso à internet em suas principais rotas. Por uma pequena taxa de U$ 12,95 o passageiro pode aproveitar seis horas de internet com alta velocidade. Outras companhias de aviação deverão seguir o mesmo caminho.
Ao mesmo tempo esta facilidade cria um problema relativo às boas normas de convivência. Se nas bibliotecas é preciso silêncio para não atrapalhar os outros, no avião os passageiros devem respeitar o ambiente onde convivem crianças, homens e mulheres de todos os tipos. Estamos falando de pornografia online.
Para evitar possíveis atritos e desconfortos, serão instalados filtros que bloqueiam o acesso ao chamado conteúdo adulto nas redes Wi-Fi da American Airlines. A idéia é não envolver a tripulação, já bastante ocupada em zelar pela segurança e ajudar os passageiros no que for preciso.
Os filtros não impedem o acesso aos arquivos (offline) já existentes nos computadores e deste modo os passageiros ainda terão acesso a este tipo de conteúdo. O mínimo de respeito é pedido aos passageiros.
Mais detalhes na Wired: Carriers Say No to Airporn.
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De acordo com o site inglês Telegraph, o número de pessoas que fazem downloads ilegais de músicas na internet está caindo.
A informação é do Digital Music Survey 2008, que abrange 1.500 entrevistados por ano. Em 2007, 43% dos usuários entrevistados praticavam downloads ilegais de música. Os resultados deste ano mostram uma queda de 4% neste número.
A pesquisa sugere que esta queda se deve a uma pressão conjunta feita pela indústria fonográfica e pelos cinco maiores provedores de acesso ingleses, que voluntariamente concordaram em combater o download ilegal e bloquear o acesso a estes usuários.
Segundo a pesquisa, 72% dos usuários que ainda praticam o download ilegal parariam depois de serem alertados por seus provedores de internet.
Gravadoras, governo e provedores discutem os termos sobre a divulgação desta informação. Para que o endereço de um usuário seja divulgado, uma autorização judicial tem que ser feita – o que dificulta o alcance das gravadoras a estes usuários.
De qualquer forma, a conscientização do mais velhos também ajuda na queda do número de downloads ilegais. Mas do lado dos mais novos, o download ilegal está longe de regredir. 58% dos adolescentes pesquisados disseram que não pagariam para baixar música, quando no ano passado este número foi de 57% e em 2006 de 41%.
Mais detalhes no Telegraph: Fewer people downloading music illegally.
E no site da pesquisa: Digital Music Survey 2008
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Um estudo realizado nos Estados Unidos aponta que o uso da internet estimula o raciocínio complexo e a tomada de decisão em pessoas na meia-idade ou mais velhas. É ótimo para combater mudanças fisiológicas que levam o cérebro a ficar mais lento, assim como palavras-cruzadas também estimulam este desempenho cerebral.
Uma busca simples pelo Google pode parecer coisa corriqueira, mas depende de muitas percepções e raciocínio complexo já guardados em nossa mente. Nossa percepção evolui. Há poucos anos escolas ofereciam o curso de “navegação na internet” a quem a considerava complexa demais.
A consulta a um buscador exige um raciocínio mais complexo do que encontrar um livro em uma biblioteca e são milhões de “livros” (sites) exibidos. Por outro lado, o mundo ainda esta aprendendo a “raciocinar” a internet. Sabemos que “tudo está online”, mas nem sempre encontramos.
Mais no Terra: A internet estimula o desempenho do cérebro.
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Hotsite desenvolvido para uma campanha das batatas Frito-Lay, o Hotel 626 é um hotel mal assombrado onde apenas os mais corajosos conseguem a noite.
Fãs de filmes de terror sem medo do escuro vão gostar de saber que o Hotel 626 tem este nome porque o site só abre entre seis da noite e seis da manhã. Só ao cair da noite podemos fazer o “check-in”. Porque terror é mais divertido à noite.
Ao fazer o check-in, o hotsite pede ao usuário para apagar as luzes e colocar os fones de ouvido. Se quiser habilitar a webcam e o microfone terá uma noite ainda mais aterrorizante.
Visite o Hotel626.

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Plug in transforma qualquer site em 3D – especialmente redes sociais, que ficam muito mais animadas que o Second Life.
Esta é a proposta do ExitReality, lançado esta semana (em 17 de setembro): transformar qualquer website em um ambiente em 3D.
Em sua versão beta, o software tem como objetivo principal atingir sites sociais, como Flicker, MySpace e FaceBook.

O ExitReality exibe a imagem de um apartamento em 3D, onde o usuário pode acessar todos os elementos da página, inclusive fotos e vídeos.
Links são transformados em portas que podem levar a outras páginas do MySpace; televisores são vídeo players. Até um jukebox pode ser criado para tocar uma música ambiente.
Ao contrário do Second Life, onde o usuário apenas pode caminhar pelo mundo, no ExitReality tudo pode ser criado facilmente a partir de uma galeria com milhares de objetos e texturas.
Qualquer objeto pode ser copiado de qualquer ambiente do ExitReality.
Mesmo um website comum também pode ser transformado em um ambiente 3D, dentro de um template básico.
Para acessar, é preciso um download de um plug-in gratuito disponível atualmente apenas para a plataforma Windows.
Para conhecer mais de perto:
Video que demonstra os efeitos.
Endereço do site ExitReality.

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